Praias do Paraná recebem bibliotecas móveis

bibliopraia

Verão, sol, praia e livros. Esta é a melhor mistura para curtir as férias. Pensando nisso, a Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) montou em cinco pontos do litoral paranaense o projeto Bibliopraia, uma estrutura que permite o empréstimo de livros e revistas de forma simples e sem burocracia. O projeto faz parte da Operação Verão do Governo do Estado e foi lançado pelo governador Beto Richa e pelo secretário da Cultura, Paulino Viapiana.

Cada Bibliopraia conta com um acervo de 1,2 mil títulos de todos os gêneros literários, selecionados pela equipe da Biblioteca Pública do Paraná (BPP). O empréstimo do livro é feito de forma simples, basta o leitor fornecer nome e telefone. A devolução pode ser feita em qualquer um dos Bibliopraias ou na BPP após o verão. O horário de atendimento é das 8h às 20h.

As Bibliopraias de Caiobá (Praia Brava), Guaratuba e Pontal do Paraná/Ipanema já estão em funcionamento. As de Caiobá (Praia Mansa) e Paranaguá estarão disponíveis a partir de 15 de janeiro. Os módulos, construídos especialmente para o projeto, funcionam até 17 de fevereiro e irão circular por outros municípios paranaenses entre março e outubro.
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Leitores no Metrô

Você lê no metrô, ônibus? Eu também, e bem não somos os únicos…

Uma ótima dica para o caminho do trabalho, da escola ou da faculdade é sempre carregar um livro na bolsa/mochila.

Foi pensando nisso que o Underground NY Public Library resolveu registrar esses momentos postando fotos de pessoas lendo no metrô de Nova Iorque em uma fanpage.

O Brasil também tem seu espaço reservado, o tumblr Livreiro Voyeur. E quem sabe a nossa foto não aparece aí qualquer dia desses?

Tá aí uma dica para os “adultos”

Encontrado em uma estante da Orca Books em Olympia, WA…

TUDO BEM.

Você tem nossa permissão.

Esses livros são da seção de Jovens Adultos.

Mas tudo bem você lê-los mesmo se você não é mais, o que não é verdade, jovem.

Na realidade, você descobrirá que eles frequentemente tem temas instigantes e personagens complexos que são iguais a maioria dos livros que você encontrará na prateleira de ficção “adulta” hoje em dia.

Então não nos fale envergonhado que isso é para suas crianças. Nós os lemos, e você pode também.

Tá na hora de fazer o mesmo no Brasil, ainda tem muita gente que acha que os livros YA se resumem a Twilight.

A culpa não é do John

Se você encontrar por aí um exemplar de ‘A culpa é das estrelas’, acredite, não é culpa de John Green. Desde o dia 4 de agosto, último sábado, 400 exemplares foram espalhados em 10 cidades brasileiras (veja no mapa abaixo). O destino desses livros “perdidos”? Bancos de praça, vagões do metrô, ônibus e outros lugares públicos. A ideia é que leitores os encontrem, leiam e os percam novamente.

Mas por que fazemos tanta questão de que você leia A culpa é das estrelas? Porque, além de diálogos geniais, humor inteligente e sacadas brilhantes, John Green conta uma história daquelas que nos toca de verdade. Foi assim com todos que leram e esperamos que seja assim com você também.

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Fachada da biblioteca de Kansas City

Localizado no coração Kansas City (KC), nos Estados Unidos, esse projeto é um dos pioneiros na revitalização do centro de KC. O estacionamento da nova biblioteca entrou no mundo literário. A fachada foi transformada literalmente em uma prateleira de livros e as enormes réplicas foram escolhidas através de votação dos moradores. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.

  

Fonte: Bem Legaus!

Fotógrafo mostra ‘barbudos profissionais’ em livro

O diretor de arte, publicitário e fotógrafo autodidata Justin James Muir registrou 86 homens que “criaram” barbas impressionantes no livro A Book of Beards (Um livro de barbas, em tradução livre).

Muir começou fazendo retratos de barbudos locais, na cidade de West Chester, na Pensilvânia (EUA), onde mora. Logo, passou a incluir competidores profissionais de concursos de barba e bigode.

O projeto demorou um ano para ser transformado no livro, publicado pelo próprio fotógrafo.

“Este livro começou sem ser um livro. Quando eu fiz os dez primeiros retratos de barbas em abril de 2011, eu não sabia o que fazer com eles, mas sabia que mereciam mais do que um post de blog”, diz Muir.

Muir diz ainda que começou fotografando amigos e logo passou a abordar desconhecidos que via nas ruas. “Eu estava obcecado com barbas, sempre vigiando, onde quer que eu fosse. Aí construí um estúdio portátil que podia levar onde quisesse”, afirmou o fotógrafo.

Segundo Muir, o livro foi feito para ajudar um amigo, diagnosticado com câncer nos testículos em 2011. Os lucros ajudarão a pagar seu tratamento.  Veja as imagens.

Fonte: G1