SaraivaConteúdo entrevista Susane Colasanti

Por Thaís Ferreira em SaraivaConteúdo
Esperando por Você
foi baseado nas próprias
experiências de Susane
Marisa é uma garota cheia de problemas: ela tem crises de depressão e ansiedade, sua melhor amiga tem uma queda por homens mais velhos, seus pais estão se separando e, para piorar, é apaixonada por um menino que tem namorada.
Essa podia ser a situação de várias meninas, mas ela é uma personagem do livro Esperando por Você, da escritora norte-americana Susane Colasanti, que acaba de ser lançado no Brasil pela Editora Novo Conceito.

A autora já tem outro título traduzido; Bem Mais Perto, da mesma editora. Muito mais do que escritora, Susane realmente entende a cabeça dos adolescentes. Ela se sentia deslocada na sua época de escola, foi professora por 10 anos e nunca perdeu o espírito jovem. Conheça mais sobre Colasanti nesta entrevista exclusiva.

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Entrevista com Matthew Quick, autor de O Lado Bom da Vida

Fonte: Intrínseca

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Aos 30 anos, Matthew Quick era um respeitado professor de inglês em South Jersey que incentivava seus alunos a acreditar no próprio potencial e no poder da literatura — até o dia que se sentiu um hipócrita. Infeliz, ele largou o emprego e vendeu a casa para se dedicar ao sonho de escrever.

Após três anos lidando com uma severa depressão, criou O lado bom da vida, romance que se tornou um sucesso imediato, cuja adaptação cinematográfica chega às telas brasileiras em 1° de fevereiro. Dirigido e roteirizado por David O. Russell (O vencedor), o filme é estrelado por Bradley Cooper (Se beber não case), Jennifer Lawrence (Jogos vorazes) e Robert De Niro e concorre a oitos Oscars.

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Entrevista com Karen Thompson Walker

Fonte: Cia das Letras

E se os dias ficassem cada vez mais longos — primeiro em questão de minutos, depois horas, até que o dia virasse noite e a noite virasse dia? É isso que acontece no livro de estreia de Karen Thompson Walker, A idade dos milagres, um romance sobre crescer e seguir com a vida em uma época extraordinária e incerta.

O jornalista João Lourenço teve a oportunidade de conversar com a autora, leia a entrevista abaixo:

Nos últimos anos, houve um aumento no número de filmes e livros que abordam as mais diversas formas de apocalipse. Como você escolheu o seu desastre?
Não escolhi, acho que fui escolhida. Os desastres sempre estiveram em alta, mas isso virou uma febre devido a essas previsões modernas de que o mundo vai acabar este ano. Eu mesma já vi esse filme várias vezes e ainda estou aqui. Em 2004, li um artigo no jornal que detalhava os efeitos e consequências do tsunami que atingiu a Indonésia. No meio do turbilhão de notícias, fiquei assustada ao descobrir que a rotação da Terra tinha sido alterada, por mais que não tenha sentido nenhuma diferença, afinal, perdemos apenas alguns microssegundos dos nossos dias de 24 horas. Essa história ficou comigo por muito tempo. Imaginei como seria se isso tomasse outras proporções. É horrível se dar conta de que algo que você tinha como certo e previsível, como o nascer e o pôr do sol, pode ser alterado a qualquer instante. Comecei a escrever um conto com essa temática, mas logo percebi que funcionaria melhor em um romance, em que eu poderia desenvolver melhor o desespero silencioso dos personagens. Queria apresentar um tipo diferente de desastre. Nada de furacão ou grandes explosões, para isso já temos a televisão.

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Galileu entrevista Carolina Munhóz

Carolina Munhóz começou escrevendo fanfictions sobre Harry Potter – hoje, já tem dois livros publicados

por Redação Galileu

 

Editora Globo

Quando Carolina Munhóz tinha 11 anos, sofria bullying na escola. Sua saída era se esconder na biblioteca e mergulhar no mundo da literatura. Hoje, com 23 anos, ela já tem dois livros publicados ( A Fada e O inverno das Fadas) e é considerada uma das grandes promessas da literatura juvenil brasileira, trazendo na bagagem o Prêmio Jovem Brasileiro de 2011. Mas há uma ponte entre a adolescente da bibiloteca e a escritora de hoje: as fanfictions, histórias baseadas em livros, filmes, séries ou games criadas por fãs – usando dados da narrativa original.

Em entrevista à GALILEU, Carolina conta como as fanfictions foram importantes em sua formação como escritora:

GALILEU: Como você teve contato com o Universo das Fanfictions?

Eu comecei no universo de fanfics ao mesmo tempo em que comecei a gostar de ler. Tinha 11 anos e era muito depressiva. Sofria bullying na escola e gostava de me esconder na biblioteca nos intervalos, mas ainda não amava ler necessariamente. Um dia uma amiga apostou que eu não conseguia ler Harry Potter e a Pedra Filosofal em uma semana. No final dela, já tinha lido os quatro primeiros livros da série.
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TodaTeen entrevista Nicholas Sparks

Seu primeiro livro publicado permaneceu durante 56 semanas consecutivas nas listas de mais lidos dos Estados Unidos, ele é considerado o “Autor Best-Seller nº 1” e já soma cerca de 50 milhões de livros vendidos no mundo todo!

Nicholas Sparks

Confira a entrevista

tt: Quando você assiste a um filme baseado em uma obra sua, sente que os atores e atrizes foram fiéis ao interpretar as personagens dos livros? Como você se sente quando isso não acontece?

Nicholas: Eu tenho muita sorte e me sinto abençoado com performances de alta qualidade, em todos os sentidos. Ao olhar para trás, eu não me lembro de ter achado que as esolhas de elenco fossem um erro. E ainda melhor, todos os envolvidos – incluindo os atores e atrizes – trazem muito talento e colocam um grande esforço para tornar os personagens tão interessantes, críveis e memoráveis.

tt: Quando você escreve um livro – já sabendo que será adaptado – você já pensa no ator ou atriz que irá interpretar as personagens?

Nicholas: Como regra geral, eu não sei. E, às vezes, eu fico tão surpreso quanto qualquer outra pessoa diante da escolha do elenco. Mas de vez em quando eu acabo sabendo quem vai estrelar o filme. Continuar lendo

Entrevista com Scott Westerfeld e Justine Larbalestier

Trouxe para vocês a matéria do 6 que Sabem – Extra, que é bem legal. Vale a pena ler e descobrir mais sobre Feios, Leviatã e Zumbis X Unicórnios, além é claro, conhecer um pouquinho mais dos autores.

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Depois de uma verdadeira odisséia para chegar ao Leblon, eu (Daniela) e meus outros quatro queridos (Max, Raíssa, Iza e Marco) nos encontramos no Marina Palace, pra entrevistar o Scott Westerfeld e sua esposa, Justine Larbalestier. Scott, autor das renomadas séries “Feios” e “Leviatã”, arriscou algumas palavrinhas em português, citou “Tropa de elite”, falou da intensidade dos fãs brasileiros e foi super receptivo e agradável. Justine também foi maravilhosa, contando sua experiência com “Zumbis x Unicórnios” e todo o processo criativo dos livros, além de sua franqueza ao criticar “50 tons de cinza” (apenas rindo com Justine).

Entre muitas gargalhadas e piadas, Scott nos mostrou diversos pedacinhos de sua carreira, e até deixou escapar a possibilidade de uma adaptação cinematográfica, sempre com Justine em perfeita sintonia, pontuando comentários que fizeram a entrevista se tornar uma conversa informal. Sempre sorrindo, o casal de autores se interessou não só em detalhar seus projetos e vidas, como saber das nossas! Conversamos sobre nossas experiências como escritores amadores, e recebemos dicas desses autores renomados. Discreto, exibindo tudo o que queríamos conhecer em seu tablet, Scott Westerfeld mostrou excelência tanto como pessoa como quanto autor. E agora, os 6 Que Sabem trazem pra vocês essa entrevista exclusiva com Scott Westerfeld e Justine Larbalestier:

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