Projeto Lauren Kate

Lauren Kate faz aniversário em 21 de março e o Fallen Brasil resolveu fazer um projeto para homenagear a escritora. E aqui estou eu repassando para vocês participarem. Eis as instruções:

Vídeo

 1- Tire um foto sua com uma plaquinha, com os livros, com qualquer coisa relacionada a saga Fallen ou a Lauren.
2- Se tem alguma foto com a Lauren, na bienal, pode colocar também
3- Só serão aceitas no máximo 2 fotos por pessoa.
4- Pode gravar um vídeo falando alguma coisa -em inglês- para a Lauren, desejando Feliz Aniversário, ou cantando de no máximo 20 segundos. Usem a criatividade.

O prazo máximo para o envio dos materiais é 20/02. Se você quer participar, envie um e-mail com assunto “Projeto Lauren Kate” para contato@fallenbr.com, lembrando de incluir no corpo do texto seu nome e onde mora e, claro, anexar a foto/o vídeo.

Quer ajudar a escolher a música? Mande um e-mail para equipe@fallenbr.com.

Ainda tenha dúvidas? Saiba mais aqui

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Carta de Diana Peterfreund para os brasileiros

Olá, Brasil!

Gostaria de começar agradecendo muito a todos vocês por lerem “Zumbis x Unicórnios”, principalmente os leitores do Time Unicórnio. VAMOS LÁ, TIME!

Gostaria também de assinalar o quanto a Justine deixou esse debate injusto. Ela e o Scott estão no Brasil, com todos vocês — e ambos representam o Time Zumbi. Não tem nenhum representante dos unicórnios por aí!

Para piorar as coisas, a Justine é a líder da operação dos comedores de cérebro! Pergunto a vocês: isso é justo? Isso é certo? Mas é assim que os zumbis são. Eles nunca fazem o que dizem que vão fazer. Eles estão mortos, e não estão. Andam devagar… a não ser que estejam correndo, tipo, correndo de repente! Na verdade, zumbis nem podem ser mortos como criaturas normais. “Cortar a cabeça ou destruir seu cérebro???” Que tipo de maluquice é essa? Monstros mentirosos e desleais!

Unicórnios, por outro lado, são nobres e verdadeiros. Em todas as culturas, em todas as histórias, unicórnios são criaturas com as quais você pode contar. Em mitos asiáticos antigos, o unicórnio é uma das quatro nobres bestas, ao lado de dragões, fênix e tartarugas. Na China antiga, um unicórnio tinha um lugar na corte do imperador Han, distribuindo justiça infalível por meio de seu chifre fatal. Na Europa, o unicórnio era a mais selvagem das criaturas e seu chifre um símbolo de pureza que era capaz de neutralizar o efeito de venenos. Em Harry Potter, matar um unicórnio é um ato terrível, embora seu sangue possa manter algo vivo quando nada mais pode. O símbolo da realeza escocesa é um unicórnio, e na arte eles são muitas vezes representados como um símbolo de Jesus Cristo.Alguém já escolheu um zumbi como símbolo? Não… Nem mesmo Jesus, que realmente levantou dos mortos. É claro que os unicórnios são a melhor escolha.

Porque é assim que os zumbis são: representantes da escravidão nas ilhas caribenhas; da morte e da doença nos filmes e livros contemporâneos. São a destruição do mundo. A devastação e a ruína.

Unicórnios, por outro lado, representam a natureza, a força, o renascimento, a cura. Unicórnios são fortes e majestosos, belos e fortes, enquanto os zumbis são lerdos e vacilantes, corpos podres que podem ou não ser escravos estúpidos. A resposta é uma só: O Time Unicórnio representa o BEM.


Diana Peterfreund, autora de “Sociedade Secreta” e do conto “O cuidado e a alimentação de seu filhote de unicórnio assassino”, em “Zumbis x Unicórnios”.

Mensagem de Hilary Duff aos fãs brasileiros

No primeiro volume da série, Elixir, Clea Raymond encontrou sua alma gêmea: Sage, um rapaz misterioso e muito bonito. Ela descobre que eles se amam há muitas vidas, mas em cada uma delas, a paixão dos dois acaba terminando de maneira trágica.

Clea quer, mais do que tudo, que a história não se repita novamente. Ela deseja viver esse amor. Mas há pessoas que querem destruir Sage e roubar o Elixir que o torna imortal. E conseguem chegar bem perto…

Sage foi sequestrado e Clea não vai sossegar até reencontrá-lo. Ela sabe que ele está bem, pode sentir. Com a ajuda de Ben, seu grande amigo, a moça sai em busca de Sage e os dois têm de se aliar à Vingança Maldita, antigos inimigos, para tentar chegar até onde ele está.

Será que essa é mesmo a coisa certa a fazer? Ou será que Clea está apenas selando novamente seu destino trágico?

Devoted é a instigante continuação do grande sucesso Elixir, primeiro romance da estrela de Hollywood, Hilary Duff.

Veronica Roth fala sobre Divergente

Comecei a escrever porque decidi que já estava velha demais para ficar brincando de faz de conta no quintal. Depois, descobri que podia criar mundos imaginários no papel. Acho que estava na quinta ou sexta série quando comecei a escrever.

Quando tive a ideia de escrever DIVERGENTE (há cerca de cinco anos), estava estudando o uso de terapia de exposição no tratamento de FOBIAS. Na terapia de exposição, pessoas são confrontadas repetidamente com o ESTÍMULO que as assusta (altura, aranhas etc.) em um ambiente seguro, até que seus cérebros se reajustam, e elas perdem o MEDO daquela coisa. É daí que vem o processo de iniciação da AUDÁCIA.

Eu queria escrever sobre uma subcultura de pessoas que desejam erradicar o medo, e usam terapia de exposição para isso. Também estava começando a aprender sobre psicologia social e a Experiência de Milgram, relacionada à OBEDIÊNCIA a autoridades, o que me levou a pensar sobre o quão maleáveis nossos CÓDIGOS MORAIS supostamente rígidos podem se tornar em condições adequadas. Isso é algo contra o qual os Divergentes lutam. Mas, na realidade, o que me levou a começar a escrever o livro foi que eu estava dirigindo e ouvindo música um dia, e simplesmente imaginei alguém pulando de um prédio, mas não por motivos AUTODESTRUTIVOS. Tentei imaginar por que alguém faria algo assim, e a resposta foi a terapia de EXPOSIÇÃO. E assim, nasceu a Audácia.

Não tenho ideia de como poderia transformar estas coisas em um livro, mas isso não me preocupa. Apenas aprendo sobre coisas que me interessam, e escrevo sobre coisas nas quais não consigo parar de pensar, e vejo o que acontece.

J.K. Rowling orgulhosa com primeiro livro para adultos

A escritora britânica J.K. Rowling, autora da saga de Harry Potter, manifestou-se “orgulhosa” do seu primeiro livro para adultos, a cinco dias de começar as vendas, e assegurou que será capaz de suportar as críticas negativas.

Numa entrevista publicada hoje no diário The Guardian, e citada pela EFE, antes do lançamento do livro “The Casual Vacancy”, previsto para a próxima quinta-feira, a escritora escocesa admitiu que “o pior que pode acontecer é que todos digam: Que mau, deveria ter continuado a escrever para crianças”.

J.K. Rowling, que vendeu 450 milhões de cópias com os sete livros de Harry Potter, acrescentou que conseguirá viver com as críticas, caso tal aconteça. “Agrada-me, estou muito orgulhosa dele [do livro] e isso é que conta”, disse.

O livro, com 512 páginas, é esperado com grande expectativa pelo mercado e apresenta a história, com humor negro, de um idílico e fictício povo da Inglaterra.

Na entrevista, Rowling dá poucas pistas sobre o livro – que começa com a morte inesperada, aos 40 anos, de Barry Fairweather, que deixa uma vaga na câmara de um pequeno povo de Pagford, o que provocará uma guerra interna – e levou cinco a nos a ser escrito.

Rowling recordou os seus tempos de pobreza quando, divorciada e com um filho de poucos meses, começou a escrever o primeiro livro de Harry Potter em Edimburgo e a passagem da saga para o cinema, tornando-a agora numa das mulheres mais ricas do mundo.

“Não se esperam o tipo de problemas que traz a fortuna”, como a “pressão” e o “tsunami de petições”, apontou a autora, conhecida pela sua timidez. Na entrevista, Rowling confessa que a terapia a ajudou nesta fase de transição, tal como o seu segundo marido, Neil Murray, com quem tem dois filhos.

Texto retirado do JN